terça-feira, 14 de outubro de 2014

Astrologia Draco-Estelar




Fernando Liguori


Agora, ergue-se Ra-Hoor-Khuit,
e o domínio é estabelecido
na Estrela da Chama.

Liber CCXXXI

O Draconiano, quando em contato com as pulsantes-energias que tipificam as realidades objetivas por detrás da Árvore da Vida, sofre o que chamamos de ‘aceleramento espiritual’. Se o corpo não for devidamente preparado para estas operações, padece em sofrimento. Mas o Draconiano, descartando a possibilidade de adorar algo que esteja fora de si mesmo, constrói seu Kiblah espiritual na alma, para que bênçãos desmedidas jorrem sobre si.

O siddhi mágico associado ao 15° kala ou Túnel de Seth, cuja Sentinela é Hemethterith, é a Astrologia que, do outro lado da Árvore, possui uma conotação muito diferente da aprendida nas escolas esotéricas modernas, pois esta Astrologia é a verdadeira ciência da Estrelas ou kalas.

A prática com os Caminhos da Árvore da Vida e seus correspondentes Túneis de Seth na Árvore da Morte capacitaram-me a estabelecer um exato sistema mágico-sexual baseado nos anos de práticas e constantes exercícios com a Corrente Ofidiana como exposta pelo Soberano Santuário da Gnosis da O.T.O.

Este sistema mágico-sexual fora desenvolvido para que o Adepto de Alto-Grau da O.T.O. possa, efetivamente, trabalhar com a ‘Astrologia Draco-Estelar’ ou ‘Ciência das Estrelas’ ou kalas.

O Soberano Santuário possui três Graus ativos: VIII°, o IX° e o XI°.[1] Destes três Graus ativos, o VIII° possui três divisões, o IX° possui duas divisões, e o XI° uma divisão. Existem outras divisões que ainda serão divulgadas; para presente instrução, as aqui citadas bastam.

O VIII° possui uma natureza masturbatória, o IX° envolve o coitus propriamente dito, e o XI° comporta o uso da corrente lunar, i.e. a menstruação feminina. A seguinte tabela classifica este sistema de magick sexual adotado pelo Soberano Santuário da O.T.O.

Grau
Divisão
Método
Descrição
Kala






VIIIº
VIII°
Sacerdote (solitário)
Para Ritos que envolvem Consagração.
15° kala
VIII°

VIII°(-)


Sacerdotisa (solitária)
Para Ritos que envolvem Consagração.
Para consagração de talismãs e materialização de novos parceiros (pela atração) como oposta à consagração de idéias ou projetos, a corrente lunar é empregada.


13° kala
18° kala
VIII°
Sacerdotisa pelo Sacerdote
Via língua para indução de Transe, Visão.

VIII°(2)
Sacerdotisa pelo Sacerdote
Via mãos para indução de Êxtase, Oráculos.

VIII°
Sacerdote pela Sacerdotisa
Via boca nutrição mágica e revigoramento sexual.
16° kala
VIII°(2)
Sacerdote pela Sacerdotisa
Via mãos para energização do corpo, glamour mágico-sexual e atração.
14° kala

VIII°(+)

Sacerdote (solitário)
(Besta Terrestre): com a utilização de máscaras animalescas para operações de licantropia e a reencarnação de atavismos.

27º kala

VIII°(-)

Sacerdotisa (solitária)
(Feitiçaria Oceânica): com máscaras animalescas para operações de feitiçaria e o lançamento de ilusões.

29° kala



IX°
IX°(+)
Sacerdote e Sacerdotisa
(Supernal de dia): congresso natural para Operações de Criação, Intuição e Inspiração.
19° kala

IX°(-)

Sacerdote e Sacerdotisa
(Infernal à noite): congresso não-natural para Operações de Zumbeísmo, Postura da Morte e Controle Onírico.

24° kala
XI°
XI°
Sacerdote e Sacerdotisa
Durante o eclipse da lua para Operações de materialização e reificação.
26° kala

Pela utilização desta ciência mágico-sexual, o Draconiano é capaz de dominar a prática da ‘Astrologia Draco-Estelar’ canalizando do Vazio, as emanações trasplutonianas via Túneis de Seth.

O trabalho espiritual com o 15° kala é iluminado pelos kalas da Estrela, conhecida no Livro de Thoth como a ‘Filha do Firmamento que habita entre as águas’. Ela é o aspecto-Mãe do 13° kala (a Virgem) e do 14° kala (a Prostituta). Sua letra sendo h, o Pentagrama é seu selo. As duas águas que representam o 15 ° kala são respectivamente o sangue da virgem filha e o leite da mãe anciã.

A citação logo acima neste documento, retirada de Liber 231, faz referência à criança Horus manifesta como Ra-Hoor-Khuit como Filho da Mãe. Horus e Seth jamais se manifestam separados, pois um é a sombra-aspecto do outro. Portanto, um animal consagrado a este kala é o pavão, adorado pelos Yezidis do deserto como um totem de Shaitan.

O lócus de adoração Yezidi é Yesod, a Fundação. Este é um dos aspectos de Seth pois ele é a base ou trono de Isis. Seth, i.e. Hoor-paar-Kraat, como ‘Fundação’ é o Silêncio ou a base que formula a manifestação de Ra-Hoor-Khuit.

Chokmah, a Esfera das Estrelas, manifesta seus kalas ao longo do 15° Túnel para dentro da Esfera do Filho-Sol, Ra-Hoor-Khuit, Tiphereth. Entretanto, a energia estelar que encarna sua luz através deste Túnel é simbolizada pela Estrela-Cão, Sothis, e a natureza da Criança nasce na Célula de Hemethterith no sentido satânico procriado pelo método mágico que envolve a utilização do ‘Olho de Seth’, i.e. o XI° O.T.O.

A O.T.O. comporta os mistérios microcosmicos da natureza. Todo membro que trabalha nesta ‘Ordem Tântrica Ocidental’ tem por natureza de metodologia mágica, interpretar todo o simbolismo dentro de si mesmo, levando-o para seu Templo (corpo) e utilizando-o para formular sua Criança.

Horus representa o Principio Imortal do homem, simbolizado pelo Sol no macrocosmo e pelo Falo no microcosmo. Contudo, este simbolismo é imperfeito, pois nem o sol e nem o falo em si mesmos têm poder além daquele que flui através deles a partir de outra fonte. No caso do sol este poder é refratado através de Sirius, a Estrela de Seth. No caso do falo, é este mesmo fogo, mas adaptado a um propósito diferente. Ambos são aspectos criativos do único fogo, mas suas funções são diferentes em escopo e magnitude. O sol encharca a terra com seus raios criativos; o falo encharca o ventre com sua semente. A energia que flui através do sol e através do falo é conhecida pelo nome de Horus. Ela possui dois aspectos. O aspecto lunar conhecido como Hoor-paar-Kraat, significa o recolhimento em silêncio da Energia para a quiescência anterior a sua projeção pela fórmula de Ra-Hoor-Khuit. A fórmula de Hoor-paar-Kraat implica que o magista silenciosamente concentre suas forças mentais em direção a um ponto. Ele vibra os Nomes Divinos; isso cria um stress na luz astral. Ele então prossegue para a fórmula de Ra-Hoor-Khuit. A corrente transbordante de energia ilumina a imagem e a arremessa para dentro da luz astral cravando-a nos campos mórficos. O método de vibrar a imagem e mergulhá-la nas profundezas do estrato inconsciente é pelo sistema de símbolos descritos no meu artigo O Sabbath das Bruxas & a Reencarnação de Obsessões Primevas.

A fórmula de Horus é dupla: Harpocrates representa o silêncio como conseqüência da impregnação; e é o silêncio gestatório da escuridão e o crescimento da umidade a partir de onde a semente se move no ventre e junta seus elementos apropriados ao redor de si mesma antes de encarnar no astral e posteriormente no universo físico. Nesta interpretação, a fórmula de Ra-Hoor-Khuit precede a de Harpocrates. Ra-Hoor-Khuit é o Senhor do Aeon de Horus, o “deus de Guerra e de Vingança” que vinga a morte de seu pai, o abuso de sua mãe. O Sinal de Horus é o sinal da penetração no Véu de Isis. A fórmula de Harpocrates está implícita neste gesto. É de importância vital que o nome mágico seja corretamente vibrado na luz astral; uma imagem mal formada resultará em aborto. A fórmula de Horus é então a fórmula deste Aeon, e é a partir dela que o magista entra no Soberano Santuário de Nu-Isis.

A Isis terrestre (a Mulher Escarlate) tem seu foco de irradiação e influência através da Lua. No macrocosmo a Lua ilumina a terra à noite; no microcosmo ela ilumina a fase negra, à noite Draconiana do ciclo feminino. Esta Corrente é hostil ao não iniciado, mas o Adepto está consciente de um perfume sutil nela, uma vibração que compartilha da Isis Celestial, Nu-Isis, Ela que tem seu foco de radiação – macrocosmicamente falando – em um planeta transplutoniano que carrega seu nome. No microcosmo sua influência age através de uma certa emanação ódica ou perfume que os Adeptos orientais já há muito conheciam como o 15º kala.

A Isis Celestial é Nuit, Nossa Senhora das Estrelas. Sua contra parte terrestre é Luna, também uma senhora das estrelas, mas de uma maneira diferente, pois ao passo que os raios da Lua são vermelhos como o sangue de Tifon e Seth, as estrelas de Nuit são vermelhas com as vibrações marciais que ardem com o perfume sutil no núcleo de Netuno.

Horus é a criança natural de Nuit; Seth é a criança negra das correntes lunares, assim como Cain era filho de Adão através de Lilith e Abel (Baal) filho de Adão através de Eva.

Assim, Marte tem uma importância influência ao longo do 15° Túnel pois ele é o aspecto-Força da Deusa, assim como Luna é o aspecto refletivo do glamour criativo: um engendra seres de força e fogo; o outro, fantasmas de encantamento e corrupção, sem alma e negros.

O pavão na Índia é consagrado a Kartikeya, a divindade marcial do panteão Draco-Hindu.

Este Túnel ainda comporta uma importante peculiaridade. No sistema mágico-sexual Afro-Draconiano, a deusa Odudua[2] aparece neste Túnel na forma da Grande Mãe, daí a conexão com e as duas águas. A deusa Iyemoja[3] (grafia original Afro-Draconiana) também aparece neste Túnel. Seu nome significa ‘Mãe dos Peixes’. Ela fora estuprada por seu filho, Orungan,[4] e dividida em dois extremos: .

No sistema mágico-sexual Afro-Draconiano, as seguintes divindades são atribuídas na Árvore da Vida como se segue, seguindo sempre a grafia Draconiana original:

Sephiroth e Caminhos
Qliphoth e Túneis
Divindades Afro-Draconianas
1
Kether
Thaumiel
Obatalá.

2

Chokmah

Ghagiel
Obatalá; Orixá nla; Ala-morere; Orixá kpokpo; Alabalache; Orixá oginia; Anansi.
3
Binah
Satariel
Odudua; Iya Agba; Ile.
4
Chesed
Gha’agsheblah
Xangô; Jakuta.
5
Geburah
Golachab
Ùgùn (Ogoun Badagris).
6
Tiphereth
Thagirion
Xangô.
7
Netzach
A’arab Zaraq
Ifá; Odudua; Bango.
8
Hod
Samael
Aje Chaluga.
9
Yesod
Gamaliel
Iyemoja.
10
Malkuth
Lilith
Dada; Ilé; Orixá Oko.
11
Liga 1 a 2

Amprodias

Aféfé; Oye; Orungan.
12
Liga 1 a 3
Baratchial
Osanyin; Aroni.

13

Liga 1 a 6

 

Gargophias

Oshu. Buho (mensageiro de Aje, a Feiticeira); Oxóssi; Iyemoja; Aidowedo; Togo; Nansi.
14
Liga 2 a 3
Dagdagiel
Odudua; Ilé; Champanâ.
15
Liga 2 a 6
Hemethterith
Ùgùn; Xangô (aspecto marcial).
16
Liga 2 a 2
Uriens
Ifé; Ilé.
17
Liga 3 a 6
Zamradiel
Ibeji; Oro.
18
Liga 3 a 5
Characith
Abiku; Elere; Ojehun; Opin Ijehun; Ebi.
19
Liga 4 a 5
Temphioth
Dangbe; Aidowedo; Manamana; Selwanga.
20
Liga 4 a 6
Yamatu
Ilé Orishi Oko; Chougoudou.
21
Liga 4 a 7
Kurgasiax
Xangô.
22
Liga 5 a 6
Lafcursiax
Egungun.
23
Liga 5 a 8
Malkunofat
Olokun; Olosa, Oya; Oba.
24
Liga 6 a 7
Niantiel
Aidowedo; Ere; Dange.
25
Liga 6 a 9
Saksaksalim
Aidowedo; Ocu-maré.
26
Liga 6 a 8
A’ano’nin
Elegbá; Exu; Ongogo Ogo; Elegbara; Odun.
27
Liga 7 a 8
Parfaxitas
Ùgùn; Ogoun Badagris.
28
Liga 7 a 9
Tzuflifu
Odudua; Odo Iyemoja; Iyewa.
29
Liga 7 a 10
Qulielfi
Iyemoja; Ifé; Adie-Irana.
30
Liga 8 a 9
Raflifu
Orun; Eledá; Andanlosan; Ajahuto.
31
Liga 8 a 10
Shalicu
Manamana; Orun-apadi; Egungun.
32
Liga 9 a 10
Thantifaxath
Zangbeto; Ogboni; Egungun; Buje; Orun-rere; Odun.

Sendo Ùgùn a deidade deste Túnel no sistema Afro-Draconiano, sua natureza é marcial.

Este kala de Marte, presidido por Áries, pertence ao aspecto ferro de Xangô e a Ùgùn com sua manamana ou ‘Cadeias de Fogo’. Este kala é de suma importância uma vez que precede o 16° kala. Aqui o simbolismo marcial com sua violência, seu calor e energia assinalam o poder feminino ao extremo e isso é comprovado pelo kala que o precede e o kala a sua frente, i.e. o 14º kala de Odudua e o 16° kala de Ifé. O simbolismo é facilmente compreendido quando visto que a deusa Erzulie é o aspecto amável de Odudua, mas converte-se em violência via a corrente marcial do 15° kala tipificada pela demoníaca Erzulie bom rouge, cujos ritos se caracterizam pela utilização do sangue e a sexualidade desmedida. Os dois aspectos são similares a Bâst, a Gata do Norte e Sekhet, a Gata ou Leoa do Sul. Na Índia, o simbolismo é de Bhavani e Kali.

O trabalho com este Túnel fora realizado no Nu-Isis Templum O.T.O. sob a fórmula de um Rito Afro-Draconiano. Sua fórmula é a da Magia Kahuna, onde primeiro ocorre à identificação com o corpo astral como trampolim para chegada em outros níveis de consciência. Neste Ritual, essa identificação ocorre com Exu, que nesta fórmula de trabalho é atribuído a Yesod como as forças e poderes do corpo astral em completa harmonia com as forças Yetzáricas da Árvore da Vida.

Exu é o manipulador da matéria astral. Como um Orixá Telúrico, é responsável pelos entrecruzamentos vibracionais e manifestador da Luz e Esplendor dos Orixás. É ele quem transmite a Força-Vontade dos Orixás através do esplendor latente nele que é a Luz propriamente dita.

Todos os deuses possuem uma contra-parte astral. Na Doutrina Afro-Draconiana, Exu é a contra parte astral dos Orixás. Cada um dos Orixás possuem, dentro de suas respectivas vibrações, uma Legião de Exus que manifestam no astral o Esplendor e a Força do Orixá.

Como era o objetivo da operação o trabalho com o 15° kala alinhado a Corrente Afro-Draconiana, o Orixá de trabalho, nesta ocasião, fora Ùgùm. O Orixá Menor de trabalho fora o Caboclo Ùgùm Delê, cujo Exu Guardião ou a ligação com os Orixás é o Sr. Exu Tranca-Ruas.

Após a identificação do Sacerdote com seu Exu Obarah ou Exu Pessoal, o Sr. Exu Sete Lanças, ouve a identificação do Sacerdote com o Pai Ubiratan das Sete Covas, que na linhagem Afro-Draconiana aqui esboçada, é a representação da sabedoria de seu Daemone pessoal.

Somente depois destes procedimentos e inter-procedimentos (banimento, circumbulação, consagração, invocações, assunções e etc.) é que houve a entrada em Daäth. A corrente lunar já havia sido previamente invocada por Sóror Tanith (que não se encontrava nesta operação) imbuindo o sigilo de trabalho daquela noite com os kalas lunares.

Frater Aussik adentrou aos Túneis de Seth por Daäth utilizando o yantra recebido por Frater SMH ADM Aiwass, 45 U, Preceptor da O.T.O. no Rio de Janeiro.[5]

Este yantra tem a peculiaridade de puxar o magista, através de seu vórtice, que ocorre quando dharana é obtida, para dentro do Túnel que deseja trabalhar.

Pelo método do VIII° O.T.O., 718 transformou-se e em uma hiena para adentrar a este Túnel. Entretanto, o vácuo criado pelo yantra o arremessou para dentro dos mares de Hemethterith. Ele ficara assustado, entretanto, as criaturas hostis daquele universo não o atacavam. Ele olhara para cima e via Nuit derramar seus kalas sobre ele. Neste momento, sua armadura negra brilhava como uma estrela incandescente.

Ele no silêncio da semente tipificada por Hoor-paar-Kraat que prenuncia a manifestação de Ra-Hoor-Khuit, consagrou com sua vontade o sigilo previamente preparado. Quando assim o fez, encarnou uma obsessão atávica similar a dos últimos trabalhos.

Esta operação teve como finalidade dar reforço aos últimos trabalhos feitos pelo Sacerdote e a Sacerdotisa.




[1] Para uma explanação sobre o X° O.T.O. veja a instrução ‘Reis da Terra’ e a ‘Lança de Seth’, vol. II, no. 5.
[2] Orixá Yorubano, ora masculino, irmão de Obatalá (nome Africano de Orixalá); ora feminino, é esposa deste, simbolizando a ‘Mãe Terra’, sendo Obatalá o céu. Sendo o nome de origem Odùdúwà, i.e. Odù = ‘cabeça para abô’; = ‘jorrou’; = ‘existência’. Literalmente, ‘cabeça de onde jorra a vida’.
[3] Orixá de rios e correntes e especialmente do rio Ogun (Ùgùn). Filha de Obatalá e Odudua. Em algumas mitologias Afro-Draconianas ela é considerada Mãe de todos os Orixás, representando assim a gestação e a procriação.
[4] O Elemento Ar, Espírito Santo. Senhor do Ifá.
[5] Veja doc. 015 da O.T.O. para a visualização deste yantra.

2 comentários:

  1. Muito interessante a correlação das entidades Afro nessa operação, Fernando. 93

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  2. Fernando, o artigo que tu se refere aqui "[...] descritos no meu artigo O Sabbath das Bruxas & a Reencarnação de Obsessões Primevas." e também outros, como eles eram disponibilizados? É possível ter acesso a eles?
    Grato.
    93

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